Aqui você já entra aprendendo, o feminino de sommelier é sommelière, então não estranhe o nome do blog e nem pense que está errado!
Resolvi criar esse blog como uma maneira de dividir informações preciosas com apaixonados pela arte de Bacco. Aqui vocês encontraram alguns textos meus e outros que eu garimpo por ai e julgo itneressantes para dividir com vocês!
Entre. leia, se apaixone e fique a vontade, a casa é sua!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

RESULTADOS DA DECANTER WORD WINE AWARDS 2016

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Saiu o resultado de um dos mais importantes concursos de vinhos, o Decanter Awards!  Grande destaque para nossos espumantes, mostrando que temos que  acreditar cada vez mais em nossa verdadeira vocação!

CURIOSIDADES: 


  • 14 de nossos espumantes foram premiados
  • 01 branco maduro, safra 2013, recebeu uma menção honrosa.
  • 01 vinícola paulista teve 03 vinhos medalhados, a Vinícola Guaspari



 E com multo orgulho nada menos que vinhos  25 vinhos brasileiros foram medalhados, seguem:


PLATINUM - BEST IN SHOW



  • CASA VALDUGA -  Leopoldina Chardonnay 2015 - 95 pontos
  • CASA VALDUGA -  Terroir Leopoldina Merlot 2012 - 95 pontos



    OURO


  • VINÍCOLA GUASPARI - Vista do Chá Syrah 2012 - 95 pontos



 PRATA




  • CASA PERINI - Moscatel - NV - 93 pontos
  • VINÍCOLA SALTON - Brasil Intenso Brut - NV - 90 pontos
  • AURORA -  Brut - NV - 90 pontos
  • CASA VALDUGA - 130 Brut - NV - 90 pontos
  • VINICOLA SALTON - Series Brut Rosê - NV - 90 pontos



  BRONZE



  • CASA VALDUGA - Raízes Gran Corte - 2012 - 89 pontos
  • PONTO NERO - Conceptual Edition Brut Rosê de Noir - NV - 89 pontos
  • CASA VALDUGA - Raízes Terroir Cabernet Franc - 2012 - 88 pontos
  • AURORA - Procedências Chardonnay Brut - NV - 87 pontos
  • PONTO NERO - Brut Rosê - NV - 87 pontos
  • VINÍCOLA GUASPARI - Vista da Serra Syrah - 2012 - 87 pontos
  • AURORA - Brasilian Soul Moscato - NV - 86 pontos
  • AURORA - Brasilian Soul Premium Selection Cabernet Sauvignon - 2013 - 96 pontos
  • AURORA - Reserva Merlot - 2014 - 86 pontos




MENÇÃO HONROSA




  • CASA VALDUGA - Brut Rosê - NV - 85 pontos
  • ZANOTTO - Brut - NV - 85 pontos
  • AURORA - Premium Selection Tannat - 2013 - 84 pontos
  • SALTON - Paradoxo Pinot Noir - 2014 - 84 pontos
  • SALTON - Poética Brut Rosê - NV - 84 pontos
  • SALTON - Reserva Ouro - NV - 84 pontos
  • VINÍCOLA GUASPARI - Sauvignon Blanc - 2013 - 83 pontos
  • PONTO NERO -Moscatel - NV - 83 pontos

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

CRESCE A VENDA DE VINHO FINO BRASILEIRO


Resultado de imagem para VINHO BRASILEIRO

Segundo dados divulgados recentemente pelo Ibravin, houve uma queda de 4,35% nas vendas do setor vitivinícola brasileiro (incluindo vinhos finos e de mesa, espumantes e sucos) no primeiro semestre de 2016, quando comparado ao mesmo período do ano passado. No entanto, os vinhos finos, quando computados separadamente, apresentaram um crescimento de 9,33%.
Único dos itens a registrar alta, os vinhos finos contrastaram com os de mesa, que caíram 5,73%; com os sucos de uva (5.85%); e principalmente com os espumantes (9,65%). Na análise do instituto acerca dos números totais de importação, eles também cresceram, em um total de 5,09%. Apesar do resultado geral não ser o ideal, há uma perspectiva de melhora no cenário para este segundo semestre de 2016.
“O setor vitivinícola não está desconectado da situação econômica nacional. Mas, comparando com outros segmentos, o recuo não foi tão drástico. Talvez, se tivéssemos conseguido reverter a elevação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), poderíamos alcançar o mesmo resultado do ano passado. Ainda assim, acredito que reverteremos este cenário de baixa”, analisou o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá.


Original: http://revistaadega.uol.com.br/artigo/vinhos-finos-registram-unica-alta-setor-vitivinicola-brasileiro_10779.html#ixzz4NeNGkIqR

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

JIMENIZ LANDI - MENTRIDA - BAJONDILLO


Um excelente vinho com aromas de frutas vermelhas, alcaçuz, violetas e torques terrosos. Na boca apresenta boa acidez, toque mineral, taninos macios, longa permanecia em boca com excelente retrogosto confirmando a impressão olfativa.

FICHA TÉCNICA DO PRODUTOR

Méntrida Bajondillo D.O. 2014
  • Safra
    2014
  • Conteúdo
    750 ml
  • Tipo
    Tinto
Composição
  • Uva
    Garnacha (75%) e Syrah (25%)
  • Teor Alcoólico
    14.5%
  • Estimativa de Guarda
    7 anos
  • Amadurecimento
    6 meses em barricas de carvalho francês
Terroir
  • País
    Espanha
  • Região
    Méntrida
  • Vinícola
    Bodegas Jiménez Landi
Sommelier Wine
  • Visual
    Rubi claro.
  • Olfativo
    Framboesa, cereja e amoras frescas, com toque terroso, notas herbáceas, de especiarias e mentol.
  • Gustativo
    Leve, com acidez viva, notas de frutas vermelhas frescas e delicado tostado.
  • Harmonização
    Massa com ragu de carne, escondidinho de queijo com mandioca, bisteca bovina com batatas, pizzas variadas, mix de embutidos, filé de alcatra grelhado.
Serviço
  • Decantação
    30 minutos
  • Temperatura de Serviço
    15 °C
  • Estimativa de Guarda
    7 anos

domingo, 2 de outubro de 2016

PARA QUE SIMPLIFICAR SE PODEMOS COMPLICAR.....

Surpreendida com a notícia que uma vinícola centenária, tradicional produtora de espumantes contratou um enólogo francês para efetivamente cuidar da produção de vinhos tintos.... sim você leu certo querido leitor...... o novo enólogo consultor veio para nos ensinar a fazer vinhos tintos! E eu que sou  a mais enxerida e palpiteira sommelière desta gauderia terra, não podia ficar calada e pergunto; POR QUE?

O Brasil é hoje reconhecido mundialmente pela imensa qualidade dos espumantes que produz, até mesmo o grande critico de vinhos  Steven Spurrier, ficou impressionado com a qualidade de nossos espumantes e teceu vários comentários elogiosos, a seguir alguns deles:

“O céu é o limite para os espumantes brasileiros. O espumante é o canto da sereia para o setor vinícola brasileiro.”

“O consumo de espumantes cresceu 25% no Reino Unido nos últimos cinco anos, o que é uma oportunidade para os produtores brasileiros. Para preencher a lacuna que existem no mercado, principalmente de espumantes Premium”.

“O Brasil produz os melhores espumantes do Hemisfério Sul. Mesmo com poucas amostras, esse painel provou que os espumantes brasileiros têm qualidade, são competitivos em preço e tem potencial de conquistar novos consumidores tanto no país como no exterior”.

O nosso clima é infinitamente propicio a elaboração de espumantes, pura e simplesmente porque chove na época da colheita e  as uvas bases para o espumante são colhidas precocemente, escapando portanto do aguaceiro que sempre durante o verão, tornando o amadurecimento das outras castas uma questão de muita sorte e reza brava.... 
No Brasil a maior aventura é produzir um tinto razoável! Pergunte a qualquer enólogo a tensão que é manter a sanidade das uvas que tem maturação tardia?
Já produzir um bom espumante no Brasil chega a ser fácil, e nas palavras de um grande mestre da arte das borbulhas, para se fazer um espumante ruim no Brasil o enólogo tem que ser péssimo!

Nas palavras desse mesmo enólogo consultor contratado pela centenária vinícola:

"É preciso ter humildade. Somos parte de uma vitivinicultura em crescimento no Brasil. O mais importante é partir da base, que é o vinhedo. Sem boas uvas nem mesmo o melhor enólogo do mundo vai fazer bons 
vinhos."

 E especificamente essa frase que posto a seguir foi a que me motivou escrever sobre isso:

"O que me atrai no Brasil e especificamente nesta zona é a dificuldade que o clima representa. Para fazer grandes vinhos, sempre é preciso estar em condições difíceis. A natureza ajuda, mas também é preciso lutar contra ela."

Ao que me consta ela é puramente verdadeira, um exemplo é Mendoza com suas parreiras irrigadas em meio ao deserto.... mas irrigar é uma coisa, mas como proteger uma zona vinícola inteira das chuvas torrenciais que nos assolam na época da maturação?

Outra coisa que me incomodou é buscar um enólogo de fora, como se o problema de nossos vinhos tranquilos  fosse a ineficiência dos enólogos brasileiros e não o nosso clima!


É certo que fazemos bons vinho tintos, a se julgar pelas heroicas vinícolas boutiques que o tem como foco, como Valmarino, Lidio Carraro, Casa Angelo Fantin, Don Laurindo, Milantino, Don Candido, Pizzato, Dal Pizzol.... a diferença se dá na escolha de cada vinícola. 
E o meu questionamento é porque alguém que produz espumantes a mais de 100 anos, não pode simplesmente ampliar e melhorar a sua gama de produtos borbulhantes, ao invés de se aventurar em algo que nunca teve tradição... e a pergunta persiste POR QUE?



sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MENCIA LUNA BEBERIBE BIERZO 2013



Esse vinho veio acompanhar costeletas de porco assadas lentamente em celofane.
Um vinho com excelentes aromas de frutas vermelhas frescas e cor intensa, viva e brilhante, boa acidez que foi completamente domada pela gordura da carne. Na boca é bem complexo e tem media permanência.
Um vinho que tem excelente custo beneficio, paguei pouco mais de R$ 40,00 na Wine.



FICHA TÉCNICA DO PRODUTOR



89
PONTOS
ROBERT PARKER





    Vinícola
    • Bodegas Luna Beberide
Composição
  • Uva
    Mencia (100%)
  • Teor Alcoólico
    13.5%
  • Estimativa de Guarda
    6 anos
  • Amadurecimento
    Em tanques de aço inox
Terroir
  • País
    Espanha
  • Região
    Bierzo
  • Vinícola
    Bodegas Luna Beberide
Sommelier Wine
  • Visual
    Rubi com reflexo violáceo.
  • Olfativo
    Frutas negras como framboesa e cassis, pimenta preta, especiarias asiáticas e nuance mineral.
  • Gustativo
    Exuberante, frutado, com maturação completa e agradável frescor.
  • Harmonização
    Stinco suíno com molho e legumes, chop suey de frango, antepastos de chorizo, queijos maduros, risoto de gouda com presunto cru e tapas espanholas.
Serviço
  • Temperatura de Serviço
    15 °C
  • Estimativa de Guarda
    6 anos

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

UM BRINDE A PRIMAVERA!


Quero homenagear a chegada da primavera falando de um vinho que é a cara dessa estação: O vinho rosê!
Há duas décadas atras, este vinho foi sucesso no Brasil. Era sinônimo de elegância e requinte, principalmente para as mulheres. E já nesta época, sofreu seu primeiro preconceito: passou a ser visto como um vinho apenas para mulheres. Era tão sutil e tão leve que quase não guardava o sabor do vinho, bebida que era então considerada para homens. Até quem não gostasse de vinho poderia tomar um rosê. Essas bebidas eram originárias principalmente da Europa, mais precisamente França, Portugal (quem nunca tomou o famoso Mateus Rosê?) e Espanha. O segundo preconceito, atrelado ao rosê é o fato de ter a fama de ser um vinho que dava dor de cabeça.
Por sua delicadeza o rosé viaja mal, pois não conta com a força dos taninos para se manter a salvo das intempéries. Para agüentar a viagem e para conservar-se melhor ao longo de tempo, é necessário uma dosagem um pouco mais alta de SO2, ou seja, enxofre, que é adicionado em quase todos os vinhos como conservante. E é isso que pode, em algumas pessoas mais sensíveis, provocar certo mal estar, por essa razão algumas pessoas queixam-se de dores de cabeça ao ingerirem vinhos brancos e rosês, pois estes vinhos por serem mais delicados, necessitam de doses mais altas desse conservante.
Hoje em dia, com o advento de técnicas cada vez mais avançadas de vinificação, o consumo de rosês voltou a moda e sem o preconceito de outrora. Hoje os rosês são vinhos de altíssima qualidade, apresentam os aromas dos tintos de forma mais sutil, como frutas vermelhas, groselha, alguns florais como a violeta. Na boca, tem o frescor de um branco, com acidez marcante, às vezes com um pouquinho de gás residual da fermentação, o que lhes confere mais jovialidade e são excelentes como curingas, pois podem acompanhar uma infinidade de pratos que os tintos e os brancos não poderiam fazer par perfeito. Um caso típico é a tradicional paella valenciana.
Os rosés caracterizam-se por sua cor rosada, intermediária entre os tintos e os brancos. Esta cor pode variar de um rosa alaranjado tipo casca de cebola e salmão, passando por um cereja a clarete. Isso depende muitos das uvas e das técnicas de fermentação. Ele é resultante da fermentação do suco ou mosto extraído das uvas tintas com a finalidade de se atribuir um leve toque rosado de cor e sabor levemente tânico à bebida. O vinho rosé propriamente dito é elaborado a partir de uva tinta e não por meio de corte de vinho branco com vinho tinto.
Normalmente, os vinhos rosés são vinificados pelo método de maceração curta, ou seja, vinifica-se como os vinhos tintos, partindo-se de uvas tintas, deixando-se o mosto em contato com as uvas por um período mais curto de tempo – três a 24 horas – , dependendo da tonalidade de cor desejada pelo produtor. Logo depois macerada, a uva é prensada e o mosto é decantado. A partir desse momento, ocorre o início da fermentação alcoólica e o processo de elaboração do vinho rosé segue idêntico a elaboração clássica dos brancos: o líquido vai para uma cuba de aço inoxidável, onde se obtém aromas frutados e frescos, ou a decisão do enólogo pode ser a de estagiar o líquido em barricas de carvalho. Raros são os vinhos rosês com passagem em barricas, pois a intenção do rosê é extravasar toda a intensidade de fruta da casta, e isso algumas vezes se perde com o estágio em barricas.
Mas o que nos interessa mesmo é o sabor! Brindar a primavera da melhor e mais bela maneira possível, com um rose homenageando as flores que brotam em cada canto! O rose tem o sabor da primavera, é colorido, fresco, agradável, bonito e despretensioso! Escolha seu estilo em tons de rosa, prefere espumante ou vinho tranqüilo? Sempre haverá um rosê na medida para seu paladar!


Minhas sugestões:

Valmarino Espumante Rose Brut (Brasil)
Salton Series Brut Rosê (Brasil)
Casa Pedrucci Espumante rose ( Brasil)
Suzana Balbo Malbec Rosê (Argentina)
Santa Digna Estelado Brut País(Chile)
Vin Mousseaux Veuve D'Argent Rose Brut (França)

quarta-feira, 27 de julho de 2016

V9 GRAN RESERVA - RED BLEND VALLE DE COLCHAGUA



Um vinho excelente com grande intensidade de cor, lágrimas grossas e lentas e ligeiro  halo de evolução.
No nariz apresentando de frutas negras, tabaco, chocolate, coco e leve toque de especiarias. Um deleite olfativo!
É um vinho quente e encorpado ao paladar com média acidez e taninos aveludados. A madeira mescla-se bem a fruta e empresta maciez ao vinho.

O tempo em taça só faz crescer os aromas e ressaltar os sabores. Sem dúvida um vinho excelente!

FICHA TÉCNICA DO PRODUTOR:

  • Safra
    2013
  • Conteúdo
    750 ml
  • Tipo
    Tinto
  • Classificação
    Seco
Composição
  • Uva
    Cabernet Sauvignon (75%) e Carménère (25%)
  • Teor Alcoólico
    13.5%
  • Estimativa de Guarda
    7 anos
  • Amadurecimento
    10 meses em barricas de carvalho francês e tanques de aço inox.
Terroir
  • País
    Chile
  • Região
    Valle de Colchagua
  • Vinícola
    Ventisquero
Sommelier Wine
  • Visual
    Rubi profundo.
  • Olfativo
    Frutas vermelhas maduras, geleia de morango, com nuance herbáceo.
  • Gustativo
    Taninos e estrutura bem integrados, encorpado, com toque herbáceo.
  • Harmonização
    Risoto de quatro queijos, fraldinha grelhada, nhoque recheado, picanha ao forno com sal grosso, linguine amatriciana e costela suína ao molho de vinho tinto.
Serviço
  • Decantação
    30 minutos.
  • Temperatura de Serviço
    15 °C

quinta-feira, 21 de julho de 2016

NEDERBURG 56 HUNDRED MERLOT



O escolhido desta noite veio com aroma tímido que devagar foi evoluindo para notas de tosta, geleia e cerejas em calda, mas tudo muito tênue e discreto. Após longo tempo em taça abre notas terrosas
Na boca tem um pouco mais de presença, media acidez e taninos presentes. Corpo médio mas sem muita persistência. Álcool bem equilibrado apesar de ser um vinho com 14%.

É um vinho simples, que me faz pensar que a Africa do Sul faz pinotages excelentes...........


No ano de 1972, foi promulgada a legislação de Vinhos de Origem da África do Sul, que estabeleceu determinadas áreas como possuidoras de qualidades especiais para a viticultura. Para complementar, no ano de 1990 foi definido o termo ‘estate’ (propriedade). O sistema de rotulagem da África do Sul, “Wine of Origin” (W.O.), dá garantias à cepa, à safra (ambas devem ter 85% do indicado no rótulo) e à origem. 



FICHA TÉCNICA DO PRODUTOR


  • Safra: 2015
  • Conteúdo: 750ml
  • Tipo: Tinto


  • Região: Western Cape
    , África do Sul

  • Casta: 
    Merlot (100%)
  • Maturação: 4 meses em carvalho francês e americano
  • 4 anos
  • Rubi.
  • Frutado, de acidez marcante, corpo médio e taninos presentes.
  • Frutas vermelhas maduras, como morango, cereja e groselha, com nota vegetal e sutil presença de tosta.